Morgan Carey processou cantora e acusou-a pela autobiografia “The Meaning of Mariah Carey”.

As declarações que originaram as acusações são, um excerto do livro em que Mariah Carey recorda uma violenta discussão entre o irmão e o pai e revela que este foi internado devido ao comportamento agressivo e problemático.

Morgan Carey afirma que as declarações presentes no livro de Mariah Carey sobre o próprio são “traições e falsidades maliciosas” e que passou por “extrema angústia mental, indignação, ansiedade sobre o futuro, danos à reputação, constrangimento entre os amigos, perturbação da vida pessoal e perda de gozo dos prazeres comuns da vida quotidiana”.

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