O Fundo de Solidariedade com a Cultura (FSC) foi reaberto com a angariação de vários donativos por parte de pessoas e entidades que tornou possível as novas candidaturas.

Desta vez o FSC é dirigido exclusivamente à Linha de Apoio Geral, aberta a “artistas, empresários e trabalhadores por conta de outrem que estejam desempregados devido à pandemia e que desempenhem funções artísticas, técnicas, de gestão ou suporte em áreas que vão desde o cinema e audiovisual às bibliotecas e arquivos”.

Os profissionais que já se candidataram a qualquer uma das linhas de apoio na primeira fase não poderão apresentar uma nova candidatura.

A primeira fase, com uma dotação de 1,35 milhões de euros, decorreu entre 19 e 30 de outubro, e recebeu 1942 pedidos de apoio, onde se incluem 1057 artistas, 215 técnicos e 171 estruturas artísticas, entre outros profissionais, na sua maioria do setor da música.

A segunda fase do fundo criado pela GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas, Audiogest, GEDIPE e Santa Casa da Misericórdia de Lisboa arranca esta quarta-feira e decorre até dia 11. Aqueles que não receberam apoio da linha de apoio social lançada pelo Ministério da Cultura são considerados prioritários no FSC.

Pormenores
Diretor demite-se
O diretor da Seiva Trupe, companhia de teatro do Porto com 47 anos de existência, demitiu-se após a sua exclusão dos financiamentos da DGArtes. Jorge Castro Guedes considerou uma “canalhice” a decisão desta em não contemplar, com um subsídio, um espetáculo pontual, ‘O Crime de Aldeia Velha’.

Aceitam-se donativos
Quem quiser contribuir para o Fundo de Solidariedade com a Cultura pode fazê-lo diretamente através de um formulário disponível no site www.solidariedadecultura.pt/ (Linha de Atendimento: 211 551 325). (CM)

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