O racismo ainda é predominante em todo mundo, principalmente quando se trata do símbolo feminista. A escritora Sheila Machado chama atenção para do racismo pontual, mas o assunto é algo generalizado com o foco nas mulheres negras. “Vamos falar desta mulher que é tão forte, linda e empoderada, pesquisas nos mostram que a população negra é de 54% só no Brasil”, Sheila Machado de Oliveira lamenta “infelizmente até hoje a sua luta constante perante a sociedade de ser uma mulher preta, onde o tabu e o preconceito ainda gritam num silencio imenso, onde a sociedade finge em “estar tudo bem” sua autoestima começa na primeira infância, ela já sabendo que existem diferentes tipos de beleza e cor de pele”. 

Sheila de Oliveira remete a construção da mulher negra na origem infantil, “na infância já começa a construir uma mulher forte, guerreira mais acima de tudo uma mulher cada vez mais empoderada que sabe seu valor, que sabe onde quer chegar”. 

Oliveira lembra que “estas mulheres que são inspiração para o mundo, onde a luta no dia a dia pelo seu espaço se torna cada vez mais fortes, e alcançando cada vezes mais mulheres, mesmo numa sociedade que ainda tem pensamentos preconceituoso e atrasados, está luta vêm de muito tempo atrás em principal no século XIX, porém no ano de 1940 aconteceu a primeira manifestação pelos direitos das mulheres negras ao direito do trabalho, a partir daí surgia a organização de liderança negras feministas, abrindo as portas para estas mulheres que iriam fazer muita história no mundo. Destaca a escritora, ser negra é uma constante luta, mas sua beleza é inigualável, sua garra e sede de lutar é implacável, ser negra é lidar com uma visão equivocada da sociedade que a mulher preta não tem os mesmos atributos sociais que uma mulher branca. 

A escritora Sheila Machado faz referências algumas personalidades fortes da negritude feminina, “podemos citar algumas mulheres empoderadas que fizeram e fazem história: Dandara, Maria Firmina dos Reis, Antonieta de Barros, Carolina Maria de Jesus, Tereza de Benguela, Ruth de Souza, Tia Ciata, Dona Ivone Lara, Kamala Harris, Shirley Chisholm, Rosa Parks entre outras mulheres que fizeram e vem fazendo a diferença no mundo, ser negra é ser linda, ser negra é ter poder a cor da pele não indefere, ser negra ou preta é motivo de orgulho o empoderamento não está na cor da sua pele ele está no que você é, e onde você pode chegar”. Finaliza. 

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