Se os fãs do Kiss esperavam que algum dia fosse possível ver a formação clássica do grupo reunida para um show, essa possibilidade deve ser descartada. Ao menos é a impressão que fica após a participação do vocalista e guitarrista do grupo, Paul Stanley, em entrevista ao programa Jim & Sam Show, da SiriusMX.

Na entrevista, ele reconhece a importância de Peter Criss e Ace Frehley para a história da banda, além disso, admite que foram de extrema importância para a criação dos álbuns clássicos do KISS. Porém, uma reunião com os ex-integrantes seria algo impossível, revelou: “Bem, os quatro originais são os quatro originais. Fomos nós que começamos isso e criamos esse modelo que está de pé até hoje”, comentou. “Mas acho que as pessoas erram quando pensam que as coisas podem permanecer atemporais e que o tempo não cobra o seu preço”, completou o vocalista.

“Nos tivemos momentos incríveis e fizemos coisas fenomenais juntos que me liga a eles [Peter Criss (bateria) e Ace Frehley (guitarra)] para sempre. Mas isso não é um conto de fadas, ou seja, não termina aí”, disse. “Eu já disse isso antes: “A gente não estaria aqui sem o Ace e o Peter, mas não estaríamos aqui hoje com eles”, acrescentou Stanley.

“Acho que as pessoas anseiam por algo que é – eu iria dizer que ‘impraticável’. Eu diria impossível. É ótimo recordar, mas não é tão diferente do que se você terminasse com alguém e anos depois você pensasse: ‘Uau. Por que isso aconteceu? Deixe-me voltar’. Você volta e não é mais a mesma coisa. E você rapidamente percebe, como nós, por que não funcionou da primeira vez. E é por isso que não funcionou da segunda vez”, finalizou Paul, que lembrou das reuniões com os integrantes originais que o grupo fez em meados dos anos 1990 e no começo de 2000.

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