A Polícia Judiciária está a realizar uma grande operação visando clínicas médicas e profissionais de saúde. Os objetivos são a procura por crimes de corrupção ativa e passiva, burla qualificada, falsificação de documento e propagação de doença.

50 elementos da PJ segue na operação, em estreita colaboração com o Ministério da Sáude e a Ordem dos Médicos. Há em curso operações de buscas e apreensões em clínicas médicas, domicílios e sedes de empresas.

Dois homens e três mulheres já foram detidos, todos profissionais com ligações ao ramo da saúde.

Segundo um comunicado da Polícia Judiciária, em causa estará um esquema fraudulento de prestação de tratamentos não comparticipados – ozonoterapias – mas que eram faturados como atos comparticipados, sendo assim reembolsados por subsistemas de saúde, nomeadamente a ADSE.

As clínicas em causa não tinham qualquer convenção ou protocolo e as ozonoterapias eram realizadas por profissionais não habilitados.

A PJ tem indícios de que os suspeitos convenciam utentes de que a ozonoterapia era eficaz no tratamento do covid-19 e que permitia ganhar imunidade.

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