Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho voltam a encontrar-se, no dia 16 de outubro, em tribunal, por questões relacionadas com o caso de violência doméstica.

Em causa está um recurso interposto pelos advogados da estrela a um despacho proferido pela juíza Joana Ferrer sobre o episódio em que Bárbara afirma que, no dia 14 de outubro de 2010, Carrilho a atirou, à saída de casa, pelas escadas abaixo.

O caso já foi analisado pela juíza, que ilibou o ex-ministro da Cultura, mas a defesa de Bárbara alega um erro na transcrição da data em que este aconteceu para que o assunto volte a ser analisado por Joana Ferrer.

A magistrada apontou incongruências no discurso da apresentadora, nomeadamente quando referiu a existência de uma escultura no final das escadas, que tanto o pai como a empregada disseram não existir.

A mesma juíza volta a rever o caso, que teve início em 2010 e desde então se prolonga na Justiça.

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